Inovação: como virar essa chave na sua empresa?

Inovação: como virar essa chave na sua empresa?

Desde que o mundo é mundo a inovação se faz presente; mas ela nunca foi tão necessária como na atualidade. Empresas da iniciativa privada trabalham fortemente nesta questão, mas o Brasil ainda ocupa o 69º lugar no ranking Global de Inovação 2017

Hoje, a busca pela inovação é um desafio diário das empresas (independente do porte). De modo geral, entende-se como inovar a ação de criar algo novo ou transformar velhos hábitos, processos e culturas. Ter uma ideia que modifique ferramentas ou processos para trazer melhorias à performance de uma empresa é considerado uma inovação. As instituições buscam por soluções que reduzam custos e aumentem produtividade (e faturamento) de forma simples e segura.

Ainda que se perceba diversas mobilizações e grupos trabalhando em prol da inovação, o Brasil ficou em 69º lugar no ranking do Índice Global de Inovação em 2017 – depois de subir cinco posições (mas despencou 17 posições em relação a 2011). Dentre os países que mais investem em inovação, estão os EUA (R$ 2 trilhões), a China (R$ 1 trilhão) e a Alemanha (R$ 407 bilhões). No Brasil, o dado mais recente, de 2015, aponta que foi empenhado R$ 76 bilhões em pesquisa e desenvolvimento em inovação. O Governo Federal e os Estaduais desembolsaram R$ 38,3 bilhões, enquanto o setor privado, R$ 38,1 bilhões.

Inovação é investimento

As empresas precisam entender que inovação é investimento (e não despesa), e que este é o alicerce para o desenvolvimento. Tanto que há quem venda inovação no Brasil. Existem no mercado empresas de tecnologia que entendem as necessidades dos clientes, através de um mapeamento de seus processos e propõe diversos benefícios. “As novas metodologias ágeis revolucionaram a forma como as atividades e projetos corporativos são executados. Por meio de estudos, foram desenvolvidas maneiras inovadoras de administrar equipes, permitindo mais flexibilidade operacional para profissionais, reduzindo prazos de execução de tarefas e aumentando a capacidade de atender as demandas do mercado”, comentou o CEO da INEX – empresa em soluções de tecnologia –, Antonio Luiz Santo Mauro.

O primeiro passo, antes de começar a buscar ideias inovadoras para um negócio, é entender qual tipo de inovação a empresa precisa para o determinado momento. No mundo empresarial, pode-se dizer que existem dois tipos de inovação:

Incremental: feita gradualmente, sem apresentar grandes impactos no curto prazo. Por exemplo: melhoria de um produto ou serviço já oferecido (sem necessariamente criar algo novo). Uma das vantagens é o custo baixo para tal implementação.

Radical ou disruptiva: caracteriza uma grande mudança dentro da empresa, rompendo antigos processos e métodos; ou seja, possui impacto direto.

A tecnologia está por todos os lados e, graças a ela, é possível aumentar produtividade dos funcionários com sistemas eficientes, desenvolvidos exclusivamente para cada empresa e focados em necessidades específicas. Por meio da tecnologia, as empresas melhoram o relacionamento com os públicos alvos, criam produtos e serviços, entre tantos outros diferenciais que as destacam frente à concorrência.

“Se é prioritário as empresas sempre inovarem, o que se dirá das empresas de tecnologia?”, questionou Luiz Mauro, que completou. “Atualmente, os investimentos em Tecnologia da Informação são altos e, por conta disto, surgiu o conceito de TCO – Custo Total de Prioridade. A partir dele, nasceram produtos como o OCR - Operational Reduce Cost, por exemplo, que são equipamentos desenvolvidos com o intuito de diminuir os custos gastos pelas empresas.”

Case de sucesso

CPU e aquela quantidade de cabos estão no passado. Agora, na estação de trabalho apenas o monitor, o mouse, o teclado e o OCR. “Os OCR são equipamentos (computadores desktop) pequenos, com baixo consumo de energia e que não têm a necessidade de manutenção física, pois não possuem Hard Disk (HD), memória, etc. Os aparelhos têm alta segurança, baixo investimento inicial e de software. Além disso, não existem fiações ligadas aos computadores, pois o sistema wireless permite que o teclado e o mouse funcionem de forma remota (sem fio)”, explicou Luiz Mauro.

Isso é inovação! O OCR diminui também os custos das empresas, uma vez que consome de 5 a 15 Watts de energia (enquanto uma CPU convencional consome 350 Watts). Os arquivos não ficam armazenados localmente (como nos PCs), e sim no servidor – o que diminui o consumo de tráfego de rede e permite que o administrador de redes tenha total controle.

“O objetivo é simplificar o dia-a-dia das empresas. Ainda, o OCR tem utilização em totens, anúncios publicitários, gestão e controle de crachás, escolas, call center, supermercados, escritório em geral, ou seja, qualquer lugar que precise de um computador pequeno e de mais espaço para trabalhar”, explicou Luiz Mauro.

O sucesso de toda empresa requer atualização constante, seja na metodologia, nos equipamentos, no modo de ser ou de fazer. O mundo evolui dia após dia, com novas maneiras de executar as mesmas atividades, porém, com custos menores e mais diferenciais. São inovações e transformações tecnológicas que as empresas precisam acompanhar para não ficar fora do mercado nos próximos anos.

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